Prisma Marcar uma conversa

Uma entrada, várias leituras.

O mesmo negócio visto por cinco lentes. Escolhe uma e a página inteira muda de cor, de pergunta e de resposta.

Demonstração da Upsite Labs. Consultora fictícia. Os modelos e exemplos desta página são de método, não são estatísticas nem resultados de clientes. Nada é enviado nem guardado.

Fachada de vidro verde de um edifício, com a cidade refletida nos painéis.
Um só edifício, muitas faces: a imagem muda com a lente.

As cinco leituras

Cada lente faz as perguntas certas sobre uma parte do negócio. Escolhe uma (ou usa as setas do teclado) e vê o que olhamos, o que pedimos e o que fica escrito.

Fachada de vidro com uma textura cristalina, em planos facetados que refletem a luz, sem tratamento de cor.
A mesma fotografia, duas leituras: a cor não muda o que está lá, muda o que se vê primeiro.

Onde está o teu mercado hoje

Quem compra, por que preço e por que motivo escolhe outro. A leitura começa pelo que já existe, não pelo que gostaríamos que existisse.

O que estamos a vender, exactamente, e a quem?

O que olhamos

  • Clientes actuais e clientes que se perderam
  • Preço, proposta e concorrência visível
  • Canais por onde o trabalho chega

O que pedimos

  • Lista de clientes dos últimos dois anos
  • As propostas enviadas, aceites ou não
  • Os canais onde recebes pedidos

O que fica escrito: Uma página com os tipos de cliente, o que cada um procura e o que faz escolher outra empresa.

Exemplo fictício. Numa pastelaria de bairro fictícia, a lente pergunta se as encomendas de festas e a venda ao balcão são o mesmo cliente, e porque deixaram de encomendar dois clientes antigos.

O que se faz e em que ordem

O percurso do pedido até à entrega, com as esperas e os retrabalhos à vista. Onde a operação trava é onde o tempo se perde.

Onde é que o trabalho pára à espera de alguém?

O que olhamos

  • Etapas, responsáveis e esperas entre elas
  • Capacidade real contra a capacidade prometida
  • Erros que voltam a acontecer

O que pedimos

  • Um pedido recente, seguido do início ao fim
  • Quem trata de cada etapa
  • Os erros que mais se repetem

O que fica escrito: Um mapa do percurso com as esperas marcadas e as três mudanças que mais libertam tempo.

Exemplo fictício. Na mesma pastelaria, segue-se uma encomenda de bolo, da chamada à entrega, e vê-se onde espera por uma decisão.

O que sustenta o crescimento

Margens, tesouraria e a relação entre o que se vende e o que sobra. Números lidos como sinais, não como notas de fim de ano.

Que parte do que vendes dá dinheiro e qual não dá?

O que olhamos

  • Margem por produto, serviço ou cliente
  • Ciclo de tesouraria e o seu fôlego
  • Custos fixos e o que os justifica

O que pedimos

  • Demonstração de resultados e balancete
  • Extratos dos últimos meses
  • A lista de custos fixos

O que fica escrito: Uma leitura das margens por linha de produto e do que cada euro de venda deixa.

Exemplo fictício. Na pastelaria, descobre-se que o produto mais vendido deixa pouco depois de contar ingredientes e horas de forno.

Quem faz o quê, na prática

As funções como são vividas, não como estão escritas. O trabalho que ninguém está a fazer costuma ser o que mais pesa.

Que tarefa importante não tem dono?

O que olhamos

  • Funções reais face às funções declaradas
  • Decisões que ficam sem resposta
  • Conhecimento que só uma pessoa tem

O que pedimos

  • O organigrama, se existir
  • Conversas curtas com quem faz o trabalho
  • As decisões que costumam ficar paradas

O que fica escrito: Um quadro de funções reais, com o que falta e o que está a mais.

Exemplo fictício. Quem decide o preço das encomendas especiais? Se só a dona sabe, é uma função sem dono e um ponto de espera.

O que depende de pouco

O que pode correr mal e o que sustenta o negócio num só ponto. O risco não se elimina; nomeia-se e distribui-se.

Se uma pessoa ou um cliente sair amanhã, o que acontece?

O que olhamos

  • Dependência de uma pessoa, cliente ou fornecedor
  • Compromissos e prazos que não se podem falhar
  • O que não está documentado

O que pedimos

  • Contratos com fornecedores e clientes principais
  • Seguros em vigor
  • O que está apenas na cabeça de alguém

O que fica escrito: Uma lista de dependências, ordenada pelo que mais custaria se falhasse.

Exemplo fictício. Se o único forno avariar numa semana de Natal, ou se a única pasteleira adoecer, o que acontece?

O negócio, visto de uma vez

Sem escolher uma parte, o negócio aparece todo ao mesmo tempo, e tudo parece igualmente urgente. As lentes servem para ordenar.

Por onde começar, se tudo parece urgente?

O que olhamos

  • Uma conversa aberta sobre o que preocupa
  • Os documentos que já existem
  • O que gostarias de decidir nos próximos meses

O que pedimos

  • Nada de especial: começamos pelo que existir
  • Uma pessoa que decida pela empresa
  • Duas horas para a primeira conversa

O que fica escrito: Uma proposta de por onde começar, com as razões, e a lente que mais ajuda.

Exemplo fictício. Na pastelaria, tudo parece urgente: preço, pessoal, forno, clientes. A lente certa mostra qual desses fios puxar primeiro.

O que sai do diagnóstico

No fim das leituras fica um conjunto de trabalho escrito, para decidir e para acompanhar. Não é um relatório para a gaveta.

  1. Uma leitura escritaO que encontrámos, com os factos que o sustentam e as dúvidas que ficaram por responder.
  2. PrioridadesO que muda primeiro, o que espera e o que se decide não fazer. Ordem, não lista.
  3. Um plano de trabalhoAs mudanças com responsável e com data, para não ficarem só no papel.
  4. Sinais a acompanharPoucos indicadores, escolhidos para mostrar se a mudança está a acontecer.
Água calma a refletir um céu claro e ramos de árvores, com reflexos alaranjados à superfície.
Água calma: a leitura serve para ver com clareza antes de mexer.

Estrutura de um relatório, exemplo

  1. 1. Resumo numa páginaAs três coisas que mais importam.
  2. 2. Lente a lenteO que vimos, com os factos ao lado.
  3. 3. Ordem de trabalhoO que muda primeiro e porquê.
  4. 4. Plano e sinaisQuem faz, até quando, como se vê.

Estrutura de exemplo, sem dados de nenhuma empresa.

Como decorre

Três momentos. O primeiro serve para ver; o segundo, para decidir; o terceiro, para acompanhar.

  1. Ver

    Conversas com quem faz o trabalho e acesso aos números que já existem. Nada de questionários longos.

  2. Decidir

    Apresentamos a leitura e decidimos juntos o que muda primeiro. A decisão é sempre da casa.

  3. Acompanhar

    Continuamos ao lado enquanto a mudança acontece, com encontros marcados e curtos.

Pedimos à tua equipa

  • Uma pessoa que decida pela empresa
  • Acesso aos números que já existem
  • Tempo para conversas curtas

Não fazemos

  • Prometer resultados ou prever vendas
  • Contabilidade, auditoria ou parecer jurídico
  • Decidir no lugar de quem gere
Um lápis preto sobre um quadrado de cartão, visto de cima, sobre um fundo claro.
Um lápis e uma folha em branco: começamos pelo que escreveres.

Nota de método: não apresentamos modelos como estatísticas nem como resultados de clientes. O que aqui está é o método, não um caso. Uma consultora real mede os seus próprios resultados com os clientes que a autorizem a divulgá-los.

Perguntas antes de marcar

Respostas gerais sobre o método. Os pormenores de cada caso ficam para a primeira conversa.

Quanto tempo demora um diagnóstico?

Depende da dimensão da equipa e de quantas lentes se leem. Na primeira conversa propomos um calendário por escrito, com datas, antes de começarmos.

Preciso de ter tudo organizado antes?

Não. Começamos pelo que existir. A leitura serve, entre outras coisas, para mostrar o que falta organizar.

Escolho só uma lente ou todas?

Podes escolher uma, três ou as cinco. Uma lente isolada dá uma resposta mais curta; as cinco juntas mostram como as partes se afectam.

Fazem a implementação das mudanças?

Acompanhamos a mudança com encontros curtos. A decisão e a execução ficam com a tua equipa: a consultora não substitui quem gere.

O que não fazem?

Não prometemos resultados, não prevemos vendas e não trocamos o teu juízo pelo nosso. Também não fazemos contabilidade, auditoria nem aconselhamento jurídico.

Os meus dados ficam confidenciais?

Os documentos são usados só para a leitura e devolvidos ou apagados no fim, conforme combinado por escrito. Nesta página de demonstração nada é enviado.

Uma secretária de trabalho vista através de um vidro, com monitores e candeeiros acesos, sem ninguém.
A secretária onde se escreve a leitura.

Marcar uma conversa

Escreve em poucas linhas o que se passa e o que gostarias de decidir. Este formulário é uma demonstração: valida os campos à frente, mas não envia nem guarda nada.

Onde
Travessa de Exemplo, 8, Lisboa (morada fictícia)
Horário
Segunda a sexta, das 9h às 17h30 (horário de demonstração)

Demonstração da Upsite Labs. Nenhuma mensagem sai desta página e nenhuma consultora é contactada.

Dimensão da equipa
O que gostavas de receber